Em 1944, a administração da Colônia deu início à construção do açude, um sonho antigo que se tornou realidade apesar das dificuldades da época.
O Sr. José Adeodato Cavalcante, amigo do administrador Homero Braúna, foi contratado para fabricar 150 carros de mão em madeira, um trabalho artesanal que exigiu o corte de grandes troncos. O Sr. Samuel Freitas Cavalcante trabalhou incansavelmente, utilizando serrote desde as primeiras horas da manhã até a noite.
Com apenas cinco anos, Daniel Freitas Cavalcante ajudou a puxar os bois que transportavam as toras de madeira, enfrentando um trabalho árduo e perigoso, iluminado apenas por lamparinas a querosene.
Após a conclusão do açude, sua importância foi reconhecida, mas o uso inadequado das águas levou à poluição e ao desaparecimento dos peixes. O local foi esquecido até ser revitalizado em 1993, durante a gestão da prefeita Fátima Lopes.
Hoje, o açude e sua orla se tornaram um ponto de atração para turistas e moradores de Lima Campos, que apreciam a beleza e a história do local.