O Executivo apresentou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que estabelece um salário mínimo de R$ 1.741 e propõe a redução de despesas com pessoal.
O objetivo é garantir um superávit fiscal de R$ 18,6 bilhões, mesmo sem considerar deduções legais, e alcançar uma meta fiscal que prevê receitas superiores às despesas primárias em 0,5% do PIB, totalizando R$ 73,2 bilhões.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que este será o primeiro superávit efetivo em anos, após um período de déficits que se estende desde 2014. Ele também mencionou que o superávit de 2022 foi considerado “fictício” devido ao adiamento de despesas.
O governo planeja ajustar os gastos com pessoal e limitar novos benefícios fiscais, enquanto a previsão de crescimento econômico para 2027 é de 2,46%, com uma inflação estimada em 3,6%.
Além disso, o orçamento inclui um aporte de R$ 6 bilhões para os Correios, que estão passando por reestruturação financeira. O total do orçamento, incluindo a rolagem da dívida pública, é de R$ 7,5 trilhões.