Em reunião realizada na última semana, o Poder Judiciário, por meio da Vara Única de Santo Antônio dos Lopes, e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, Subseção de Presidente Dutra, reforçaram a parceria institucional e debateram sobre demandas e assuntos em comum, visando melhor prestação dos serviços da Justiça. Participaram do encontro a juíza Fabiana Moura Macedo Wilde, o presidente da OAB, Kaio Vyctor Saraiva Cruz, a presidente da subseção de Presidente Dutra, advogada Letícia Gomes Gonçalves, advogado Erivelton Lago, advogada Lalesk Rolim Mesquita e advogado Adão Lima da Silva.
Na oportunidade, foram colocados na pauta assuntos como a implantação de Sala da Ordem dos Advogados do Brasil na Comarca de Santo Antônio dos Lopes, bem como os procedimentos de tramitação processual, litigância predatória, instituição de cadastro de dativo. Os representantes das instituições reforçaram a necessidade de construção de novo fórum na Comarca de Santo Antônio dos Lopes. Outro assunto das pauta foi o Projeto OAB do Maranhão de Ponta a Ponta, que objetiva conhecer a realidade das comarcas e buscando o diálogo institucional. A diretoria da OAB conheceu as instalações do Fórum de SAL.
A visita ao Fórum de Santo Antônio dos Lopes integra o projeto “OAB de Ponta a Ponta”. Esse projeto nasceu com um propósito muito claro, que é o de fazer uma gestão presente, que escuta, acompanha e atua onde a advocacia está. Nosso compromisso é percorrer todo o Maranhão, fortalecer as prerrogativas da advocacia, identificar os desafios enfrentados em cada comarca e construir soluções de forma conjunta. A advocacia do interior pode ter a certeza de que a OAB está ao seu lado”, destacou o presidente Kaio Saraiva.
Para a juíza, o diálogo institucional é essencial. “Judiciário e Ordem dos Advogados do Brasil exercem funções distintas, mas complementares, e compartilham a missão de assegurar o acesso à Justiça, a defesa dos direitos e o fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Quando as instituições mantêm canais permanentes de comunicação, quem mais ganha é a sociedade”, destacou ela, frisando que a interação e alinhamento entre as instituições contribuem para uma melhor prestação jurisdicional.